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Curiosidades de VIENA - Áustria

O que comentar e quais as peculiaridades da cidade que em 2010 foi eleita a MELHOR CIDADE DO MUNDO para se viver? Como será que as coisas funcionam por lá? Curiosidades e informações de Viena, a capital da Áustria:

- Viena é considerada a "capital da música erudita". A programação músical de concertos é intensa e variada. A Ópera Nacional de Viena é a "casa de apresentação" mais conhecida e renomada, instalada num enorme edifício antigo e com acústica interna perfeita. As apresentações de peças de ópera são frequentes e muito apreciadas pelos moradores, e os ingressos se esgotam rapidamente. Para quem não pode desembolsar os altos valores para ver as peças sentadinho ali na frente no primeiro piso ou nos camarotes laterais, vale tentar a entrada "low cost", que é vendida num balcão separado por apenas 3 euros cada! Este balcão fica mais no fundo no piso térreo, entrando pela porta da frente siga o corredor à esquerda até quase o final. Ou pergunte na informação por "cheap tickets" e lhe indicarão o caminho. Esses bilhetes são vendidos apenas horas antes da peça, e permitem acesso a última fila, bem lá em cima, e em pé! Mas por 3 euros... valeu muito a pena! É um incentivo para estudantes, turistas de última hora ou menos abastados terem acesso ao espetáculo. 


 Orquestra executando um concerto antes do início da ópera. 
Divino para qualquer paladar musical.
  O interior da Ópera

- Você sabia que uma ópera pode ter legenda? Quando li isto pela primeira vez pensei: como assim? É que na frente de cada assento tem um monitor digital, e é possível escolher o idioma em que se quer acompanhar. No nosso caso a peça foi cantada em italiano, e as opções de legenda eram inglês e alemão. Mesmo para quem está lá no fundo e de pé tem monitor. Ufa! (é bem complicado entender a cantoria sem a legenda, por causa do idioma e pelo estilo "forte" como é cantado!). 

...as "luzinhas" azuis são os monitores com as legendas 

 - por ser uma cidade considerada berço da música clássica, já que grandes compositores e músicos nasceram ou moraram ali, existe todo um comércio de souvenirs em volta deste tema (Mozart como peça central), além de concertos e artistas de rua que “encarnam” o personagem. Os souvenirs envolvem a imagem dele, ou pequenas miniaturas de violinos, pianos, partituras e outras coisas do gênero musical. Outra coisa muito presente na forma de imagem aplicada a diversos produtos são as obras de arte de Gustav Klimt, muito bem aplicadas como estampa em objetos desde lápis, agendas, guarda-chuvas, até camisetas e lençóis.
Artista representando Mozart em frente ao museu (assobiando as músicas)
 Monumento homenagem a Strauss, no Unsere Garten (parque da cidade)


- é uma cidade completamente “sem catracas” ou “passagem livre”. E isso é em todo transporte público e mesmo na entrada de alguns lugares. A confiança de que as pessoas irão comprar e validar seus tickets não maquinas que ficam ao redor é extrema, e a fiscalização muito pouca. Mas não se engane: eles sabem onde e como pegar engraçadinhos e desonestos circulando sem bilhete! No dia de irmos embora, ao descermos logo de manhã na estação de metrô que dava acesso à estação de trem, tinham vários fiscais parando TODOS que desciam, para conferir. Aparentemente não haviam apreendido ninguém, estavam todos em ordem. Isso eu considero coisa de primeiro mundo! Tenta deixar sem catraca aqui no Brasil...

- uma coisa que adorei nos metrôs (além da limpeza) foram os bancos em plásticos de algumas linhas, que a longo prazo são muito mais higiênicos e de bom aspecto do que os estofados. Além disso, são disponibilizadas revistas para quem usa o metrô ler, que ficam devidamente penduradas em uns ganchinhos ao lado do assento. A identidade visual priorizando os idosos, gestantes e pessoas com deficiência é intensa e respeitada (embora não tenha muita necessidade, porque dificilmente o metrô fica lotado). 

 metrô limpo, quase sempre vazio, e com ótima sinalização


- cachorros podem andar no metrô e ônibus, desde que estejam de focinheira. Vimos muitos donos "lutando" com seus pequenos cachorrinhos para colocar a focinha, já que eles não gostam muito. E também vimos gente infringindo a lei, mas ninguém parecia se importar. Cidade pet-friendly com muitos parques e possível entrar com os bichinhos até dentro das lojas. 

- ainda sobre o transporte público: muito bem sinalizado, tanto nas estações quanto internamente. Mapas das rotas e mapas com TODOS os horários de TODOS os ônibus que passam em cada ponto. E adivinha? O ônibus chega pontualmente, no minuto que estiver escrito ali, juro! É realmente impressionante. Você chega e olha no mural o horário do próximo. Por conseqüência, tem-se o tempo total que irá demorar para chegar de um ponto "X" específico ao outro. No metrô, além do aviso auditivo avisando a chegada de cada estação tem também o aviso por escrito. Impossível de se perder. Em Salzburg também é assim.

- alguns parques e praças pequenas disponibilizam cadeiras de sol para o pessoal sentar na grama, conversar e ler.


- existem bebedouros de água modernos perto da prefeitura e teatro. São altos e em metal, parecem uma cabine, e servem a água potável austríaca, que em grande parte desce diretamente de seus rios, e é um orgulho nacional. Limpa, pura e cristalina, pronta para o consumo.

- um pouco antes de chegar na cidade vimos (de dentro do trem) muitos campos de energia eólica (vento).


- outra atitude ecológica é que todo mundo leva sua sacola de tecido ou carrinho até o mercado, e pouquíssimos optam pelas sacolas descartáveis de plástico, que inclusive são cobradas por unidade junto com a compra. Isto não ocorre só em Viena, mas em grande parte das cidades de TODA A EUROPA. Que tal seguir o exemplo? Apoio e pratico totalmente esta idéia! Experimente na sua casa também, não custa nada, e além de tudo vai descobrir que é mais prático do que ficar carregando aquele emaranhado de alças de sacolinhas. A natureza agradece.

- lá se vêem muitas mães andando tranqüilamente com seus bebês nos carrinhos, mesmo de noite. Não existe tanta frescura com as crianças, mesmo estando super frio, eles colocam o baby dentro de um tipo de “saco de dormir” especial todo peludo por dentro, colocam touca de lã na cabeçinha do pequeno e saem passeando. Não é qualquer friagem que os impede de sair na rua, como é mania aqui no Brasil (excesso de proteção). Outra coisa: as calçadas são lisinhas, tem muita guia rebaixada, e além disso os carrinhos são maiores, com rodas grandes tipo pneu de borracha, o que dá muito mais estabilidade e facilidade de se deslocar.

- ainda no tema bebês: preciso destacar que são todos lindos! Parecem bonequinhos de porcelana, com as bochechinhas rosadas e olhos enormes azuis. O austríaco é um povo bonito, e desde pequeno já se nota isto.

- a cidade é limpíssima, ampla, toda arborizada e com canteiros floridos. A única “poluição” (visual) é a enorme quantidade de cabos aéreos no meio de alguns cruzamentos ou ruas, que são o guia para os bondes ou trams. Mas tudo bem, compensa pois além de ser um transporte eficiente, por ser elétrico ainda por cima é ecológico!

cabos e multi-fiação dos bondes elétricos

- nas áreas turísticas os preços são caros. Um café ou cappuccino custava em média de 2,5 euros, e cartões postais também nesta faixa! Solução: comprar em mercadinhos pequenos ou fora da área mais turística (ainda sim os preços são mais caros as vizinhas Budapeste ou Praga por exemplo). Comparativo: em Praga um cartão postal custava o equivalente à 0,70-1euro, e o café este preço também.
 
- na frente do Museum Quartier (Quarteirão dos Museus) tem um estacionamento de bicicletas bem diferente e divertido, todo feito com canos coloridos. Em Viena gostam de usar peças de mobiliário urbano bem inusitadas e criadas por designers renomados, como os bancos do próprio Quarteirão e outros bancos diferentes encontrados na frente de outros museus ou em praças.

  estacionamento de bikes
  bancos do Museum Quartier
 banco diferente em praça da cidade

- por falar em banco, deviam sugerir o nome de “jardim dos bancos” para a praça em frente a prefeitura! Nunca vi tantos bancos iguais e alinhados lado-a-lado, eram centenas, acompanhando todas as curvas do gramado. Espaço para sentar e apreciar a paisagem com certeza não vai faltar! Quem ganhou a licitação dos bancos para colocar ali se deu bem!


- Modo de usar as escadas rolantes: se for ficar parado, se encoste (fique de pé) mais para o lado direito. O lado esquerdo é para os apressados e funciona como pista de ultrapassagem. Via de regra, o lado esquerdo está sempre vazio (olha o exemplo da boa educação de novo), mesmo quando acabou de descer dezenas de pessoas do metrô e está cheio de gente embaixo esperando para subir!  

- De modo geral, os europeus não usam blusas super decotadas, e nem aquelas calças stretch agarradíssimas no corpo como se vê por aqui. As pessoas andam bem vestidas e elegantes pelas ruas, de forma fashion e atual, mas sem exageros. As roupas tem um corte bonito, os casacos e sobretudos são uma constante, junto com os lenços e cachecóis elegantemente amarrados no pescoço. Também tinha muita mulher usando saia com meia calça grossa por baixo e sapatilha ou bota. Nota 10 na parte de moda, dava para preencher um editorial completo só de olhar para os lados. Os homens usam muito blazer, mas num estilo semi-formal que fica lindo, e sem nunca esquecer o cachecol e os “sapatênis”.

- a cidade disponibiliza bicicletas para uso dos habitantes locais, e também dos turistas. O sistema é eficiente e as bikes são novinhas. A primeira hora é gratuita, mas exige-se o número de um cartão de crédito. Dá para pegar e devolver em vários pontos da cidade, que dispõe de vasta malha de ciclovias por toda parte.


- uma coisa que sinto muito informar é que os museus de lá não são muito bons  (é minha opinião pessoal, e não definitiva). Falta algo a mais, maior interatividade, melhor curadoria, diversidade na forma de expor... não sei. Sim, tem muitos museus, mas não com as obras mais relevantes de cada artista ou movimento. E sim, tem Picasso, tem Van Gogh, tem Matisse e por aí vai... Mas se quiser ver as obras conhecidas mesmo deste pessoal todo e muito mais o negócio é Espanha e França, sem sombra de dúvida. Tinha uma exposição de arte contemporânea no Museu que era de tirar o fôlego (só que no mau sentido). Sério, sou super aberta ao contemporâneo, (vide até meu post sobre a ExpoBA10, em Buenos Aires, em que elogio um monte), mas ali não deu pra achar quase nada legal.

- E o Museu do Mozart?  Nem me fale, trauma total para o casal! É só para quem gosta muuuuito mesmo de música, e se interessa por detalhes da época, senão é um passeio só para dizer que foi porque é algo bem conhecido. A explicação do áudio é super extensa e cansativa, e os quadros nas paredes são fotos da cidade e de pessoas desconhecidas que em algum momento (mesmo que mínimo) estiveram presentes na vida Mozart. Não tem quase nada dele mesmo, como um instrumento ou pertences pessoais, nem tampouco fotos de família... É muito estranho, sorry. 


- Dois destaques positivos em termos de Museus foram: Museu do Palácio Belvedere, com grande parte da obra de Klimt (incluindo “o beijo”) que passamos a admirar muito mais, pois é um trabalho impressionante, bem melhor do que ver nos livros. E o outro é o Museu de História Natural, que tem um acervo imenso e muito diversificado. Mas se você não gosta de animais empalhados esqueça, eles são milhares lá dentro e parecem que vão ganhar vida a qualquer momento, como no filme “Uma Noite no Museu”! :-D

 

- outra coisa que lamento é a respeito da famosa “Sacher Torte”. Eu torci muito para que o bolo correspondesse a todas as expectativas (o melhor bolo de chocolate da Áustria), mas realmente não é bem assim, e olha que amo doces! Bom, gosto é relativo, e respeito quem adorou, mas achei abaixo das expectativas. A massa é fofa e arejada, o chocolate em cima é espesso, meio amargo e gostoso (a melhor parte), e o recheio tem sabor tão sutil que quase não dá para sentir. Foi bom, gostoso sim, mas equiparável a um bolo tipo “nega maluca” da vovó bem feitinho e com uma cobertura mais caprichada de chocolate derretido!

- uma comida típica da cidade é o "schnitzel", que é na verdade um bife de frango à milanesa/empanado, que servem com um limão junto, e geralmente vem acompanhado de batatas ou de salada. Comemos no restaurante Figlmuller (www.figlmueller.at) que é bem tradicional e cuja indicação peguei no blog Dicas e Roteiros de Viagem, da Carol e da Fabíola (www.dicasroteirosviagens.com). O schnitzel de lá é gostoso, é  IMENSO, com preço bom e numa localização central e fácil de achar, aprovado! (só faltou um arrozinho para acompanhar... brasileiro sofre com esta falta na Europa não?!)


- não vimos mendigos ou pedintes pela cidade. Existem turistas pelas ruas (sem excesso), e aparentemente muitos imigrantes também, numa mistura cultural bem dinâmica. Vimos desde indianos até muçulmanos, árabes, chineses e japoneses. Mas o verdadeiro vienense está lá e pode ser facilmente reconhecido (descrição abaixo).

- Os austríacos são altos (húngaros também), a média de estatura é bem elevada. Aqui no Brasil sou considerada uma mulher alta com meu 1,70m... lá isso é o normal nas mulheres, e ainda para mais. Homens então... muitos acima de 1,80 tranquilo. Outra coisa é o biótipo feminino de modo geral, pois é impressionante como possuem pernas mais finas e quadril estreito. Também possuem menos peito. O porte é meio de modelo mesmo, quer seja na altura ou na magreza. O padrão é bem diferente do corpo “cheio de curvas” daqui do Brasil. Vemos menos obesos também.

- a estação de trem de Viena é super limpa, e de visual "clean" e com aparência mais moderna. Os trens da OBB (operadora Austríaca) são impecáveis, com maleiros em vidro, bancos confortáveis, mesinhas, monitores de TV que mostram o itinerário, e um monte de detalhezinhos de design, como ganchinhos p/ pendurar casaco e outras parafernálias geeks e funcionais que adoramos! E o melhor de tudo: tomadas abaixo de todos os assentos, ou seja: use seu laptop sem moderação! No post Curiosidades de PRAGA (http://migre.me/2PQsx) mostrei a estação ferróviária e o trem Tcheco e fiz a comparação, vai lá dar uma olhada! ;-)


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Postar um comentário

  1. Eu confesso que meu coração não se derretou por Viena. Fiquei mesmo apaixonada e já repeti a dose de Salzburg. Adoro essa cidade!

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  2. Carina-Senzatia10/12/10

    Viena é linda! Sempre recomendo pra todo mundo e nao vejo a hora de voltar. Muito bom o post! :-)

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  3. Olha, eu achei Viena lindissima sim! mas tive a sensação de que faltou algo mais sabe!? Talvez porque seja tudo muito perfeitinho e organizado, ou faltou uma atração que me marcasse mesmo, não sei... Voltaria de novo, mas não como prioridade. Já Budapeste fui sem grandes expectativas e me surpreendi! E Salzburg é encantadora mesmo, concordo com a Flávia!

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  4. Olá! PArabéns pelo blog!
    Gostaria de trocar link conosco?
    faleconosco@contandoviagem.com
    www.contandoviagem.com
    Feliz 2011!
    Caroline

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  5. Vejo que tambem se impresisonou com Viena, aquilo é memso primeiro mundo e não viram uns posts com sacos de plstico e jornais e 1 caixinha para moedas espalahdos pela rua? e caixas para colocar a pastilha elastica depois de mascada!! muito à frente

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  6. é verdade! Vimos estes jornais pendurados no poste sim! (mas não fotografei) Lembro que a primeira coisa que pensei foi: "isso no Brasil não daria certo, já no primeiro dia alguem ia cortar esse plástico com uma tesoura e levar os jornais embora".....
    É impressionante a limpeza e organização da cidade mesmo. E o metrô todo limpinho e com todo mundo bem vestido hein!?

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  7. Adorei seu blog e como voce estou no japão a 10 anos e gosto de mostrar as curiosidades e principalmente em relação a limpeza e o comprometimento em relação a lixo e reciclagem, eu ainda sonho em ver nosso Brasil melhor, apezar de viver fora, tenho meus parentes e amigos vivendo la. um grande beijo e sucesso.
    Emilia.
    meu blog http://japaooutrolado.com

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  8. Anônimo13/10/12

    Olá Simone

    Depois de tantas viagens maravilhosas, em qual ou quais paises você escolheria para morar?

    Obrigado!!

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  9. Olá!
    Eu optaria por morar em algum lugar na Europa, pois é um continente pequeno e com vários países interessantes para conhecer, mesmo em viagens de fim de semana, pois tem muita passagem aérea barata por lá.

    Em termos de cidade para morar, Viena seria uma das que eu escolheria, pois a qualidade de vida e organização é ótima, além de ser linda! Outras 2 cidades que eu moraria fácil são Barcelona (Espanha) e Paris, por toda a beleza e prioridade que dão a vida ao ar livre (parques, caminhada, bicicleta).

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  10. Anônimo13/10/12

    Obrigado Simone, você é muito simpática!

    Nessas viagens deu para perceber a preferencia dos homens ao redor do globo? rs

    Eai quando arruma as malas para morar em Viena!? rsrs

    bjoo

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  11. Obrigada!
    Não sei quanto às preferencias pois não fico reparando, já que viajo sempre com meu marido.
    Se eu pudesse iria já morar em Viena, mas infelizmente não é tão fácil assim! rsrs

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  12. Compartilho integralmente a sua opinião sobre a Sacher Tarte. Amei Viena, mas tb fiquei decepcionada com o bolo. Parabéns pelo blog!!!!

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  13. Ah, que bom que não sou só eu a "crítica" com o bolo então! ;-)

    Carol, obrigada por compartilhar sua opinião e volte mais vezes para ver outros artigos do blog!

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  14. Anônimo16/11/14

    Procuro informações sobre a Áustria, pois em minha próxima viagem à Europa pretendo passar por este país e gostei do que li aqui. O interessante é que concordo com o que foi dito acima e acho que falta à Viena uma atração mais marcante, que faça a diferença, pelo menos quanto ao que sei da cidade. Por este motivo, não pretendo me hospedar lá.

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    Respostas
    1. Olá! Olha, não acho que faltem atrações e coisas bonitas para ver por lá não, nem sei como entendeu isso do texto. É uma cidade fantástica, se não se hospedar por lá significa que só vai conhecer em um dia de passagem, e aí não vai dar tempo de ver as coisas e visitar os belos palácios. Se passei impressão diferente no texto não sei, mas indico uns 3 dias para ficar na cidade, inclusive é um lugar que eu voltaria com toda certeza.

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  15. Anônimo18/11/14

    Oi Simone, tive a impressão de falta de empolgação com relação à Viena, em seu comentário do dia 10. Mas também vi que você faz muitos elogios a esta cidade. Seus textos são muito bons e sempre é possível aproveitar muito do que se lê aqui. Vou retornar à
    Europa ano que vem e pretendo passar por Viena, mas vou me hospedar na Suíça. Você acha que Zurique seria a melhor cidade para se ficar na Suíça?

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    Respostas
    1. ah, entendi! Mas foi logo após voltar e no comparativo com outras. Hoje em dia, já passado um tempo e "digerido" a viagem, tenho muita vontade de voltar! (aliás, eu queria até um dia poder morar numa cidade assim)

      Quanto à Suíça, é um país que ainda não tive o privilégio de conhecer. Pelas minhas pesquisas gosto muito de Zurique e também de Berna, que é linda. Onde pode ter bastante info sobre Suíça é no blog da Clarissa, pois ela já morou lá. Procure por www.viagemeviagens.com ;-)
      Tudo de bom!

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  16. EStou conhecendo seu blog e gostando muito.
    Entrei para pesquisar Espanha, onde irei em maio próximo, mas não resisti em ver o post de Viena. Estive lá há um ano atrás. AMEI !!!
    Respira-se civilidade nesta cidade. Li seu post para matar as saudades.
    Mas lhe aviso que peguei em um sábado à noite no inverno o metrô cheio, Viajei em péç
    Achei os vienenses muito cordiais com os turistas.

    Infelizmente as várias fotos que fiz da cidade se perdeu, defeito do cartão que comprei em Praga.
    Há outras cidades que ainda preciso conhecer na Europa, mas Viena e Salzburgo moram no meu coração.

    Obrigada pelo seu blog!

    Abraços

    Maria Esther

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  17. Anônimo11/6/15

    Estava reparando nas fotos da Áustria e tudo parece cinza e sem pessoas. Não há quase ninguém nas ruas. Talvez seja um local um tanto monótono para se viver. Sempre quando penso na Áustria, me vem à cabeça uma sociedade rica, organizada e de muito alto nível cultural.

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    Respostas
    1. Oie!! Achamos Viena muito bonita, com tons coloridos e muitos canteiros e jardins floridos nas ruas. Quanto às pessoas, em alguns locais tem menos sim, mas no centro da cidade o movimento já é maior, embora mesmo assim não chega a ser "muvuca" não, é tranquilo (o que eu particularmente acho uma qualidade, e não monótono) ;-)

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  18. Anônimo2/10/15

    Tenho tanta tristez quando vejo brasileiros fazerem comparações sem sentido com países europeus. Fico pensando que vc gosta de se sentir mal, hiper valorizando uma cultura, um biotipo que é oposto ao nosso. O vienense é bonito desde que nasce por que é branco e loiro? Que imbecilidade é essa? Ao falar dos imigrantes foi quase como dizer: se eles não estivessem lá a cidade seria mais bonita. Pessoas como vc deviam sair definitivamente do Brasil e morar aqui na Europa para entenderem o que você é fora do Brasil: apenas uma imigrante.

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    Respostas
    1. Olha, me desculpe, mas acho que interpretou errado o texto. Em nenhum momento houve comparativo no sentido de denegrir o padrão físico (biótipo) do brasileiro. Coloquei apenas um descritivo de como são os austríacos/vienenses de modo geral, porém sem nenhum julgamento de valor (melhor x pior). Não sei de onde tirou este assunto dos imigrantes, pois também em nenhum momento comento que eles "estragam" a cidade ou algo do tipo. Pelo contrário, adoro cidades cosmopolitas e multiculturais. Quanto a opinião sobre os bebês, ela é minha opinião pessoal, e esclareço que dizer que "X" pessoas são bonitas não quer dizer que aqueles que não são "x" são feios. Esta interpretação erronea é o que causa um monte de discussão desnecessária via internet e redes sociais. Não é necessário ficar defensivo sempre que alguém "elogia" algo que é diferente do nosso...

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